sábado, 13 de fevereiro de 2016

medicina no brasil

os Ministros das Relações Exteriores das Repúblicas Americanas realizaram,
de 15 a 28 de janeiro de 1942, no Rio de Janeiro, uma Reunião
de Consulta, cuja ata final documenta, no capítulo "Melhoramentos em
Saúde Pública", esse importante marco da história desse campo de ação
governamental (...) Dessa reunião resultaram entendimentos entre os
Governos do Brasil e dos Estados Unidos da América que levaram à
criação, em 1942, no Ministério da Educação em Saúde, de um Serviço
Especial de Saúde Pública destinado a desenvolver inicialmente no Vale
do Amazonas e, em seguida, no Vale do Rio Doce, atividades gerais de
saúde e saneamento que também incluiriam o combate à malária, a
assistência médico-sanitária dos trabalhadores ligados ao desenvolvimento
econômico das duas regiões (...), o preparo e o aperfeiçoamento
de médicos e engenheiros sanitaristas, de enfermeiras e outros profissionais
de saúde, (apud Braga, 1984: 104) médico dentista

O que vale a pena destacar é o fato de esses programas terem tido
impacto relevante na formação ou consolidação da liderança de sanitaristas
brasileiros e, mais do que isso, o fato de o Brasil poder ser considerado um
grande laboratório de conhecimentos e práticas de saúde pública, de crucial
importância na trajetória também dos norte-americanos. Fred Soper talvez
seja o mais notável exemplo desse fato. Em suas memórias, a experiência no
Serviço de Febre Amarela e na campanha de erradicação do Anopheles
gambiae é realçada como elemento decisivo para a atuação posterior em
outros países da América e da África. De imenso hospital, o Brasil transfor¬
mara-se em grande laboratório e escola para as campanhas de saúde pública
e formação de um novo tipo de sanitarismo. médico oftalmologista

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emagrecer com garcinia 0 Brasil e a atuação da OPAS em sua primeira fase médico urologista
No longo período que se estende da criação da OPAS até 1947,
pode-se afirmar que dois elementos foram os mais relevantes em sua
relação com os países que a integravam: a difusão de idéias científicas e
relacionadas a ações de saúde - principalmente por meio das Conferên¬
cias Sanitárias Pan-Americanas e do Boletim da Oficina Sanitária Pan-
Americana16 - e a proposta de regulação da notificação e formas de
combate às doenças transmissíveis com a aprovação do Código Sanitário
Pan-Americano em 1924. médico ginecologista

No Brasil, o debate e as cam
panhas contra a febre amarela e seu
vetor ocupavam posição de destaque, o que se estenderia até a década de
1950, com a criação de um programa de erradicação do Aedes aegypti para
o continente americano. Seria simplificador, no entanto, observar, apenas
do ponto de vista das ações de combate a essa doença, as relações e as
influências recíprocas entre os fóruns promovidos pela OPAS e as ações de
saúde pública realizadas no Brasil. Não existem muitas fontes sobre a atua¬
ção de brasileiros nesse organismo, mas, principalmente pelas Conferências
Pan-Americanas, podem-se levantar algumas possibilidades de interpretação.
É possível identificar, no âmbito desses fóruns, temas que constituíam a
agenda de saúde pública no Brasil, principalmente a idéia de reforma da
saúde pública com a criação de um Ministério da Saúde.

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